DISPOSITIVOS
Estes encontros são dispositivos artísticos de experimentação e pensamento para grupos de crianças, jovens e adultos.
Através de práticas que articulam corpo, objeto e espaço, propõem-se como contextos de exploração criativa, onde a experiência artística se torna um meio para observar, deslocar e ampliar formas de ver, fazer, sentir e pensar.
Neste processo, ativam-se competências cognitivas, emocionais e sensoriais essenciais ao desenvolvimento humano, como a atenção, a perceção e o pensamento crítico. Paralelamente, promovem a capacidade de encontrar soluções e a flexibilidade cognitiva, estimulando formas de aprendizagem assentes na experimentação, na descoberta e na abertura a novas possibilidades.
Mais do que workshops, configuram-se como projetos de ação desenvolvidos numa ou em várias sessões, nos quais a criatividade se afirma como uma prática de consciência, expressão e construção de sentido.
Crie o seu grupo e inscreva-se: info@ines-nunes.com
Riscar no desenhar
Riscar é um gesto que ativa o corpo e o pensamento.
Cada traço é ação e descoberta.
No desenho, o risco abre espaço para experimentar e imaginar.
Um projeto de Inês Nunes que propõe o ato de riscar como ponto de partida para a criação.
Realiza-se em quatro sessões, adaptando-se a diferentes contextos.
Para mais informações ou agendamento, contacte.


+2 em 1
O Jogo do encontro, orientado por Inês Nunes, propõe o objeto como dispositivo entre corpo e contexto. O objeto é ativado enquanto meio de experimentação artística contemporânea, a partir da linguagem visual.
Trata-se de um exercício coletivo e individual de perceção, onde presença, intenção e linguagem se articulam em processo.
Venha viver esta experiência. Inscreva-se.

Da Serra às estrelas
Autora e orientadora do projeto artístico e educativo, desenvolvido na Casa Municipal da Cultura de Seia. O projeto integrou a conceção e implementação da oficina "Criatividade e Criação em Estado Natural", bem como a dinamização de experiências participativas e práticas de exploração artística a partir da representação da Serra da Estrela, em diálogo com o território, a paisagem e o património natural.
Através da experimentação e da exploração de diferentes linguagens da arte contemporânea, os participantes foram convidados a desenvolver competências de observação e processos de criação artística, promovendo uma relação sensível entre arte, natureza e comunidade. A experiência privilegiou a imaginação e a interpretação como estímulo à criatividade, à reflexão e à descoberta de novas formas de perceção.

